🎙️Naval reúne investidores para discutir como será viver em 2028
Naval Ravikant, investidor e filósofo do Vale do Silício, lançou um podcast com Garry Tan (CEO da Y Combinator) e outros convidados. O tema central: como será o mundo daqui a poucos anos se a IA continuar nesse ritmo. Os tópicos vão de 'o sol está se pondo para o Google' até 'robô básico universal', passando por defesa de Taiwan e o que acontece se os modelos de código aberto tomarem a liderança. --- Um dos pontos mais provocativos é a ideia de que todos nós já deveríamos estar vivendo como se fosse 2028, ou seja, usando agentes para tudo, delegando tarefas e testando limites. Outro destaque é a discussão sobre 'ansiedade de IA': a sensação generalizada de que o mundo está mudando rápido demais e ninguém sabe exatamente para onde. --- Não é um podcast técnico. É uma conversa entre pessoas que estão apostando bilhões nesse futuro e tentando, ao vivo, entender se a aposta faz sentido. Vale ouvir com um pé no chão e o outro na curiosidade.
Naval Ravikant, investidor e filósofo do Vale do Silício, lançou um podcast com Garry Tan (CEO da Y Combinator) e outros convidados. O tema central: como será o mundo daqui a poucos anos se a IA continuar nesse ritmo. Os tópicos vão de 'o sol está se pondo para o Google' até 'robô básico universal', passando por defesa de Taiwan e o que acontece se os modelos de código aberto tomarem a liderança.
— @naval View on X
Naval Ravikant e Garry Tan, CEO da Y Combinator, gravaram uma conversa que funciona como um sinal de fumaça para quem trabalha com tecnologia. O podcast não tenta prever o futuro distante: foca em 2028, operando com a premissa de que a curva de adoção da IA está subestimada. A tese central é que deveríamos estar vivendo hoje como se fosse daqui três anos, integrando agentes de IA a todos os workflows e redefinindo o que significa trabalhar com software.
Do motor de busca ao agente autônomo
Um dos pontos mais contundentes da discussão é o declínio projetado do Google. Não se trata apenas de perda de market share, mas de uma mudança de paradigma: a transição da recuperação de informação para a execução de tarefas. Enquanto o modelo tradicional depende de consultas e resultados, a nova stack tecnológica aponta para agentes que executam ações complexas de ponta a ponta.
Para desenvolvedores brasileiros, isso implica uma mudança