🔩Anthropic quer chip próprio e negocia parceria com a Samsung
A Anthropic, criadora do Claude, está em conversas com a Samsung para fabricar um chip de IA sob medida. Isso a coloca no mesmo caminho da OpenAI, que anunciou recentemente o Jalapeño, seu próprio processador. A guerra dos modelos de linguagem está virando, aos poucos, uma guerra de hardware. --- Faz sentido: depender da Nvidia para tudo é caro e cria um gargalo enorme. Quando cada empresa de IA desenha seu próprio chip, ela controla custos, otimiza desempenho e, em teoria, pode oferecer um serviço mais barato para quem usa. Dario Amodei, CEO da Anthropic, já havia sinalizado isso no ensaio 'A Adolescência da Tecnologia'. --- O recado é claro: quem quiser dominar a próxima fase da IA não vai competir só com algoritmos. Vai precisar de fábricas, engenheiros de silício e parcerias industriais pesadas. O jogo ficou muito mais caro.

A Anthropic, criadora do Claude, está em conversas com a Samsung para fabricar um chip de IA sob medida. Isso a coloca no mesmo caminho da OpenAI, que anunciou recentemente o Jalapeño, seu próprio processador. A guerra dos modelos de linguagem está virando, aos poucos, uma guerra de hardware.
— @Hesamation View on X
A Anthropic, empresa responsável pelo Claude, está em negociações avançadas com a Samsung para desenvolver um processador de inteligência artificial sob medida. A movimentação coloca a companhia na mesma trilha da OpenAI, que recentemente anunciou o chip Jalapeño, sinalizando uma mudança estrutural no setor: a competição por modelos de linguagem está migrando do software para o hardware.
Do software ao silício
A dependência crescente da Nvidia para GPUs de alto desempenho tornou-se um gargalo financeiro e logístico para os principais laboratórios de IA. Com demanda superando a oferta e custos de inferência elevados, controlar a própria stack de hardware tornou-se prioridade estratégica.
Quando uma empresa projeta seu próprio chip, ela elimina camadas de intermediários e otimiza arquiteturas especificamente para transformers e workloads de IA. O resultado é previsível: menor latência, custo de inferência reduzido e maior margem para competir em preço no mercado de APIs.
Dario Amodei, CEO da Anthropic, já havia antecipado essa transição no ensa
