💸60% das empresas já cortam gastos com IA e migram para modelos baratos
Um relatório do banco UBS jogou um balde de água fria no entusiasmo corporativo com IA. Segundo o levantamento, 60% das empresas que monitoram seus gastos com inteligência artificial já estão migrando para modelos mais baratos ou de código aberto. O motivo é simples: a conta ficou inviável. Há casos de equipes gastando até 35 mil dólares por mês e estourando cotas em 200%. --- A resposta não é abandonar a IA, mas ficar mais esperto. Empresas estão adotando o que se chama de roteamento de modelos: tarefas simples vão para modelos baratos, e só os trabalhos pesados, como raciocínio complexo e código, usam os modelos mais caros. É como ter um carro popular para o dia a dia e reservar o premium para viagens longas. --- E quem está surfando essa onda? Modelos chineses de código aberto como Qwen, DeepSeek, MiniMax e Kimi, que podem rodar nos servidores da própria empresa sem pagar licença. A conta de IA das empresas virou, oficialmente, um problema de CFO.

Um relatório do banco UBS jogou um balde de água fria no entusiasmo corporativo com IA. Segundo o levantamento, 60% das empresas que monitoram seus gastos com inteligência artificial já estão migrando para modelos mais baratos ou de código aberto. O motivo é simples: a conta ficou inviável. Há casos de equipes gastando até 35 mil dólares por mês e estourando cotas em 200%.
— @rohanpaul_ai View on X
A realidade está batendo na porta das corporações que apostaram na IA generativa sem controle de custos. Um relatório recent
