News24 JunhoTrabalho remoto faz mais sentido agora do que antes da IA
Edição #133·24 de junho de 2026·1 min

🏠Trabalho remoto faz mais sentido agora do que antes da IA

Ryan Carson, empreendedor com 25 anos de experiência gerenciando equipes presenciais e remotas, fez uma provocação: a narrativa pró-escritório fazia mais sentido antes dos agentes de IA. Agora que profissionais gerenciam cinco ou mais processos automatizados simultaneamente, exigir presença física é contraproducente. --- O argumento dele é específico e prático. Se uma pessoa passa o dia orquestrando agentes de IA que fazem pesquisa, escrevem código e processam dados, ela precisa de silêncio e foco, não de sala de reunião. A exceção, segundo Carson, é o time de vendas, que deveria estar fora do escritório o tempo todo, jantando com clientes e fazendo networking. --- É uma visão polêmica, claro. Muita gente defende o escritório pela colaboração espontânea. Mas o ponto central é difícil de ignorar: o trabalho está mudando de "fazer coisas" para "gerenciar agentes que fazem coisas", e isso exige um ambiente diferente.

O trabalho remoto deixou de ser apenas uma questão de flexibil

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@claudeai

🏷️Claude Tag transforma a IA em colega de equipe no Slack

A Anthropic lançou o Claude Tag, uma funcionalidade que coloca o Claude dentro do Slack como se fosse um membro real do time. Você escolhe em quais canais ele participa, quais ferramentas ele pode usar, e a partir daí basta marcar o Claude numa mensagem para delegar tarefas. Ele pesquisa, resume, escreve, analisa dados e responde enquanto você vai cuidar de outra coisa. --- A ideia é simples: em vez de abrir uma aba separada para falar com a IA, ela vive onde o trabalho já acontece. Parece pouca coisa, mas mudar o contexto de uso muda tudo. É a diferença entre ter um assistente que você precisa ir visitar e um que senta ao seu lado. --- A jogada é estratégica. A Perplexity já tem um produto parecido chamado Computer que funciona no Slack de empresas. A Anthropic claramente viu que o formato colou e decidiu entrar na briga. A guerra da IA no trabalho agora é para decidir quem vira o colega virtual padrão das equipes.

@ClaudeDevs

🔄O próprio time do Claude já usa a IA para escrever 65% do código

Tem uma informação curiosa escondida no lançamento do Claude Tag: o time de produto do Claude Code, da Anthropic, já usa o Claude Tag internamente o ano inteiro. E segundo eles, a IA escreve 65% do código da equipe, incluindo boa parte do que construiu o próprio Claude Tag. Sim, a IA ajudou a criar a si mesma. --- Isso diz duas coisas importantes. Primeiro, que a Anthropic está apostando pesado em usar o próprio produto como laboratório. Se funciona para o time deles, funciona para qualquer equipe de tecnologia. Segundo, que a proporção de código escrito por humanos dentro de empresas de IA está diminuindo rápido. 65% já é maioria, e a tendência é só subir. --- Para quem não é programador, a mensagem prática é: as ferramentas que você vai usar no trabalho nos próximos anos provavelmente foram construídas em grande parte por IA. E isso não é ficção científica. Já está acontecendo.

@scaling01

👀GPT-5.6 aparece no site do ChatGPT e ninguém entendeu nada

Uma referência ao modelo GPT-5.6 apareceu no próprio site do ChatGPT, e a comunidade ficou em polvorosa. A OpenAI não tinha anunciado nada. Não houve evento, não houve post oficial, nada. Simplesmente alguém encontrou a menção e compartilhou. --- Pode ter sido um vazamento acidental, um teste interno que escapou, ou até uma estratégia deliberada para gerar burburinho. Seja qual for o caso, sabemos que a OpenAI já passou do GPT-5 e está iterando em versões intermediárias. A numeração ".6" sugere melhorias incrementais, não um salto geracional. É como atualização de software: corrige bugs, melhora desempenho, ajusta detalhes. --- O mais interessante é o que isso revela sobre o ritmo. A corrida entre OpenAI, Google e Anthropic está tão acelerada que modelos novos surgem antes mesmo de serem oficialmente apresentados.

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