💻Pieter Levels mostra como roda todos os seus sites de qualquer lugar
Pieter Levels, empreendedor solo famoso por criar empresas lucrativas como Nomad List e Remote OK praticamente sozinho, mostrou como é sua rotina de trabalho hoje. A tela do notebook (e do celular) é basicamente uma coleção de terminais conectados aos seus servidores, com cada aba representando um site diferente. Tudo roda em servidores remotos (VPS), sincronizado entre os dispositivos, com o Claude Code sempre aberto para construir ou corrigir coisas. --- O setup dele é simples ao ponto de ser radical: nada de programas pesados instalados no computador, nada de ambientes complicados de desenvolvimento. Cada site tem um perfil no aplicativo Termius que, ao ser clicado, já abre a sessão no servidor certo, na pasta certa. A IA fica ali do lado, pronta para escrever ou consertar código. --- É um retrato real de como trabalho com tecnologia está mudando. Um cara sozinho, de qualquer lugar do mundo, gerenciando múltiplos negócios com um terminal e uma IA. O custo de infraestrutura e a barreira técnica caíram tanto que o gargalo virou ter boas ideias, não saber programar.

Pieter Levels, empreendedor solo famoso por criar empresas lucrativas como Nomad List e Remote OK praticamente sozinho, mostrou como é sua rotina de trabalho hoje. A tela do notebook (e do celular) é basicamente uma coleção de terminais conectados aos seus servidores, com cada aba representando um site diferente. Tudo roda em servidores remotos (VPS), sincronizado entre os dispositivos, com o Claude Code sempre aberto para construir ou corrigir coisas.
— @levelsio View on X
A rotina de trabalho de um empreendedor solo que roda múltiplos negócios via terminal
Pieter Levels, empreendedor conhecido por construir empresas como Nomad List e Remote OK praticamente sozinho, revelou como funciona sua operação diária. A configuração é minimalista: todos os seus sites rodam em servidores remotos (VPS), acessados exclusivamente via terminal, com o Claude Code sempre aberto para escrever ou corrigir código.
O setup técnico
O computador de Levels não carrega ambientes de desenvolvimento complexos nem programas pesados. Cada projeto possui um perfil no aplicativo Termius que, ao ser clicado, estabelece conexão direta com o servidor correto, na pasta certa do projeto. A inteligência artificial fica posicionada ao lado do terminal, pronta para gerar código ou resolver bugs.
A sincronização acontece entre notebook e celular — qualquer dispositivo com acesso ao terminal serve como estação de trabalho. O modelo elimina a necessidade de configurar ambientes locais para cada projeto, reduz dependência de hardware específico e permite que o desenvolvimento continue a partir de qualquer localização.
Por que isso importa para devs e builders brasileiros
O setup de Levels ilustra uma mudança concreta no mercado de tecnologia: o custo de infraestrutura e a barreira técnica para colocar projetos no ar caíram significativamente nos últimos anos. Contratar um VPS, configurar um servidor e fazer deploy de uma aplicação hoje exige menos conhecimento do que há uma década.
Ferramentas como Termius, combinados com modelos de linguagem como Claude Code ou Claude Dev, permitem que um desenvolvedor individual execute operações que antes demandavam equipes de infraestrutura. O gargalo atual não está mais na capacidade técnica de executar — está na capacidade de identificar problemas reais e construir soluções que resolvam necessidades de mercado.
Para builders brasileiros que trabalham solos ou em equipes reduzidas, o exemplo de Levels demonstra que escalar operações tecnicamente não exige investimento proporcional em infraestrutura. O terminal como interface principal, coupled com IA para acceleration de código, representa uma abordagem pragmática que prioriza velocidade de execução sobre sofisticação de ambiente.
O mercado brasileiro de tecnologia está cada vez mais acessível para desenvolvedores independentes. A questão central deixou de ser "como fazer" e passou a ser "o que construir".
