😅Funcionários da OpenAI programavam com a ferramenta da concorrente
Uma revelação curiosa voltou a circular: funcionários da própria OpenAI usavam bastante o Claude Code, ferramenta de programação da Anthropic (sua principal rival), para escrever código no dia a dia. A prática só parou quando a Anthropic revogou o acesso deles. O detalhe surgiu num comentário sobre como Greg Brockman, cofundador da OpenAI, disse que mal consegue lembrar como era programar antes do Codex, a ferramenta de código da própria empresa. --- É uma daquelas situações que dizem mais do que mil análises de mercado. Se os próprios criadores do ChatGPT estavam preferindo a ferramenta concorrente para trabalhar, isso mostra o quão acirrada é a briga e o quão rápido as posições mudam. Também levanta a questão: será que a Anthropic cortou o acesso por medo de que seus modelos estivessem sendo usados para treinar os modelos rivais? --- De qualquer forma, com o GPT-5.5 recebendo os elogios que vimos hoje, parece que a OpenAI está tentando resolver o problema pela raiz: fazer um produto tão bom que seus próprios funcionários não precisem ir à concorrência.

Uma revelação curiosa voltou a circular: funcionários da própria OpenAI usavam bastante o Claude Code, ferramenta de programação da Anthropic (sua principal rival), para escrever código no dia a dia. A prática só parou quando a Anthropic revogou o acesso deles. O detalhe surgiu num comentário sobre como Greg Brockman, cofundador da OpenAI, disse que mal consegue lembrar como era programar antes do Codex, a ferramenta de código da própria empresa.
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Funcionários da OpenAI preferiam ferramenta da rival Anthropic para programar
Funcionários da OpenAI utilizavam o Claude Code, ferramenta de programação da Anthropic, como principal辅助 para escrever código no dia a dia. A prática continuou até a Anthropic revogar o acesso deles à plataforma. A revelação veio à tona após Greg Brockman, cofundador da OpenAI, comentar sobre como quase não lembra como era programar antes do Codex, ferramenta de código própria da empresa.
O que aconteceu na prática
O cenário levanta questões importantes sobre a competição no mercado de IA generativa. Enquanto a OpenAI desenvolve o Codex e recently lançou melhorias no GPT-5.5, seus próprios engenheiros optavam pela ferramenta concorrente. A Anthropic decidiu cortar o acesso, possivelmente por preocupações com segurança de dados ou medo de que seus modelos fossem usados para treinamento de rivais.
Por que isso importa para developers brasileiros
O episódio revela tendências que afetam diretamente o trabalho de devs no Brasil:
- **Escolha por produtividade**: Mesmo tendo acesso às mais recentes tecnologias de IA, engenheiros da OpenAI priorizaram o que consideravam mais eficiente. Isso indica que a ferramenta certa varia por contexto e necessidade específica.
- **Competição acirrada**: A briga entre OpenAI e Anthropic vai além de marketing. A qualidade real dos produtos determina decisões de uso, mesmo dentro das próprias empresas.
- **Segurança e acesso**: A revogação de acesso pela Anthropic mostra como políticas de uso podem mudar rapidamente, algo que devs brasileiros devem considerar ao depender de ferramentas de terceiros.
- **Evolução constante**: O comentário de Brockman sobre não lembrar como programava antes do Codex demonstra o impacto que ferramentas de IA já têm no dia a dia da programação.
O que isso sinaliza para o mercado
A situação mostra que o mercado de ferramentas de programação por IA está em constante mudança. A OpenAI aparentemente tenta resolver a questão com o GPT-5.5, buscando oferecer um produto tão competente que seus próprios funcionários não precisem buscar alternativas. Para devs brasileiros, a lição é clara: acompanhar a evolução das ferramentas e avaliar qual se adapta melhor ao fluxo de trabalho, sem dependência exclusiva de uma única plataforma.
