🥇Pela primeira vez, mais empresas usam Claude do que ChatGPT
A Ramp é uma plataforma americana de cartão corporativo, usada por muita empresa pra controlar gasto. Como ela vê o que cada empresa paga, virou uma fonte confiável pra medir adoção de software. --- Os dados de abril chegaram: 34,4% das empresas americanas pagam pra usar Claude (a IA da Anthropic). 32,3% pagam pra usar ChatGPT (a IA da OpenAI). É a primeira vez em três anos que a OpenAI fica em segundo. Em março, ChatGPT ainda estava na frente. --- Por que virou: Claude pegou primeiro o público de programador (com o Claude Code), e esse pessoal puxa o resto da empresa. Quando o time técnico adota uma ferramenta de dentro pra fora, marketing e operações vão atrás. A OpenAI continua maior no consumidor doméstico, mas em empresa perdeu o trono.

According to the new data from Ramp, Anthropic has passed OpenAI in business adoption for the first time. 'Adoption of Anthropic rose 3.8% in April to 34.4% of businesses. OpenAl adoption fell 2.9% to 32.3%. Overall Al adoption rose 0.2 percentage points to 50.6%.'
— @AndrewCurran_ View on X
Pela primeira vez desde a popularização dos grandes modelos de linguagem (LLMs) no mercado corporativo, a Anthropic superou a OpenAI em adoção empresarial nos Estados Unidos. Dados de abril da Ramp — plataforma americana de gestão de gastos corporativos que rastreia transações reais de cartão de crédito empresarial — mostram que 34,4% das empresas americanas pagam pelo Claude, contra 32,3% que mantêm assinaturas do ChatGPT. A inversão marca o fim de três anos de domínio incontestado da OpenAI no segmento B2B.
Os números da virada
Em abril, a adoção do Anthropic subiu 3,8%, enquanto a da OpenAI caiu 2,9%. O dado é significativo porque reflete gasto real, não intenção de uso: a Ramp identifica quais empresas efetivamente desembolsam mensalidades pelas ferramentas de IA generativa. A penetração geral de IA nas empresas americanas atingiu 50,6%, alta de 0,2 ponto percentual no mês.
A estratégia dos desenvolvedores
A mudança de liderança tem origem técnica. A Anthropic investiu cedo em ferramentas específicas para engenharia de software, particularmente o Claude Code, que permite interação direta com repositórios via terminal. Essa abordagem gerou adoção bottom-up: desenvolvedores implementaram a ferramenta em seus workflows individuais e, posteriormente
