News18 AbrilCriador do Sora sai da OpenAI e revela os bastidores
Edição #68·18 de abril de 2026·1 min

🎬Criador do Sora sai da OpenAI e revela os bastidores

Bill Peebles, o cara que liderou o Sora do zero, anunciou sua saída da OpenAI com uma carta aberta que vale a leitura. Ele conta que o projeto começou como um experimento de duas pessoas em julho de 2023 - numa época em que ninguém acreditava que geração de vídeo em 1080p seria possível tão cedo. --- O momento que mudou tudo: cerca de um mês depois do início, eles geraram um vídeo onde um tubarão nadava por um deserto cheio de cactos detalhados, e os cactos continuavam perfeitos depois que o tubarão passava. Permanência de objetos - algo que nenhum modelo de vídeo conseguia na época. Ali eles souberam que tinham algo grande nas mãos. --- Sete meses depois, o Sora original estava pronto. Bill agradeceu especialmente a Sam Altman por entender que um laboratório de pesquisa precisa cultivar projetos fora do roadmap principal - o que ele chamou de "cultivar entropia". Uma lição bonita sobre como inovação real acontece em empresas grandes: dando espaço pro inesperado.

Criador do Sora sai da OpenAI e revela os bastidores

Bill Peebles, engenheiro de pesquisa que liderou o desenvolvimento do Sora desde sua concepção, anunciou sua saída da OpenAI. Em carta aberta compartilhada no X, ele revelou detalhes inéditos sobre os bastidores do modelo de geração de vídeo: o projeto nasceu como um experimento paralelo de apenas dois desenvolvedores em julho de 2023, longe do roadmap principal da empresa, e desafiou o consenso técnico da época ao alcançar geração em 1080p em apenas sete meses.

De experimento paralelo a padrão da indústria

Quando Peebles e seu colega iniciaram o trabalho no Sora, o estado da arte em modelos de vídeo generativos não conseguia produzir sequências coerentes em alta definição. A indústria via a geração de vídeo 1080p multi-shot como uma meta distante, inviável no curto prazo. A aposta da OpenAI em projetos fora da linha principal — o que Peebles descreve como "cultivar entropia" — permitiu que a dupla explorasse arquiteturas alternativas sem

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